A pergunta que fica para o gabinete do Prefeito é: Por que a gestão não prioriza uma regulamentação que dê segurança jurídica e física aos cidadãos?

O crescimento desordenado de motos, patinetes e veículos elétricos nas ruas de Cascavel tem se tornado um desafio diário para a segurança viária. No entanto, enquanto a população aguarda diretrizes claras, a administração do Prefeito Renato Silva parece caminhar a passos lentos, contrastando com a agilidade da vizinha Toledo, que já aprovou leis rígidas para o setor.
O Exemplo de Toledo
Em abril de 2026, a Câmara de Toledo aprovou uma legislação específica que estabelece:
Idade mínima e limites de velocidade rigorosos.
Registro obrigatório de veículos autopropelidos e elétricos junto ao órgão municipal.
Proibição total de tráfego em calçadas, sob pena de multa e apreensão.
Em Cascavel, embora a Transitar tenha realizado apreensões pontuais baseadas em normas federais do Contran (Resolução 996/2023), falta uma política pública municipal que organize o espaço urbano. O projeto de lei local ainda se arrasta em discussões, sem o devido senso de urgência que o aumento de acidentes exige.
A pergunta que fica para o gabinete do Prefeito é: Por que a gestão não prioriza uma regulamentação que dê segurança jurídica e física aos cidadãos?
A falta de um decreto ou lei municipal que detalhe a fiscalização deixa a Transitar “de mãos atadas” para ações mais amplas de conscientização e punição, transformando nossas ciclovias e ruas em uma terra de ninguém para os veículos elétricos.
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Fonte/ Anderson Cerizza
Foto: IA














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