O “Fator Paranhos” na sucessão

A sucessão do governador Ratinho Júnior (PSD) para 2026 entrou em uma fase de ebulição. Nos bastidores do Palácio Iguaçu, o nome de Leonaldo Paranhos, ex-prefeito de Cascavel e atual secretário estadual, surge com força renovada como uma peça-chave no tabuleiro político paranaense.
O “Fator Paranhos” na sucessão
Após encerrar seu mandato em Cascavel com índices de aprovação recordes (superando os 80%), Paranhos consolidou-se como a principal liderança do Oeste do Paraná. Sua recente movimentação para o primeiro escalão do governo estadual — inicialmente no Turismo e agora em posição estratégica na Casa Civil — é vista por analistas como um “estágio final” para ganhar projeção em todo o estado.
A “bomba” nos bastidores é a divisão de opiniões no grupo de confiança de Ratinho Júnior. Enquanto nomes como Guto Silva (Cidades) e Alexandre Curi (Presidente da Assembleia) são vistos como candidatos naturais, Paranhos tem ganhado defensores fervorosos no “núcleo duro” do governo.
Paranhos traz o discurso do “gestor do interior” e a força de uma região economicamente poderosa que exige representatividade no Executivo.
Estratégia: Sua postura de “soldado do grupo” — afirmando que jogará onde o governador escalar — agrada Ratinho, que busca evitar rachas precoces na base aliada.
O Cenário de 2026
Com a desincompatibilização de secretários ocorrida no início de abril de 2026, o jogo ficou mais claro. Ratinho Júnior tem a difícil missão de equilibrar as ambições de aliados como Rafael Greca, Beto Preto e o próprio Paranhos.
A entrada de Sergio Moro (PL) na disputa pelo governo também força o PSD a escolher um nome com alta capacidade de aglutinação e baixa rejeição, características que Paranhos ostenta em seu histórico recente.
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Fonte: Redação folhadecascavelpr










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